terça-feira, 29 de julho de 2008

MEU INTERESSE POR IDADE MÉDIA

OLÁ PESSOAL! Comecei a interessar por Idade Média no 2º período de minha graduação, pois fizemos eu e meu grupo um trabalho sobre este período, o trabalho aboradava a "Legitimação dos Mercadores na Idade Média e a posição da Igreja referente a esta questão", acredito que futuramente pubicarei ele aqui nesta página, talvez este seja muito desprezado por muitos pois é considerado como a idade das trevas, naquele tempo a sociedade vivia totalmente sem conhecimento, pois os senhores do conhecimento era a Igreja e os Grandes Reis, mas mesmo nós tendo esta concepção negativa de que na Idade Média o povo vivia sem conhecimento, não é bem assim, pois foi justamente neste período que surgiram alguns grandes pensadores da Humanidade que seus escritos subsistem até hoje, mas como a Igreja era a detentora do poder somente os escritores que ela dava seu aval que tinham seus escritos publicados e referenciados, por hoje é só mas acredito que na próxima vez que escrever mais algumas coisas aqui vou procurar pesquisar e trazer para todos que visitam os escritores que eram além de despresado e humilhado pela Igreja, tinha seus livros queimados, até a próxima.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A Economia na Idade Média

"Quando estudamos a economia é necessário destacar em primeiro lugar o papel da agricultura na cidade da Idade Média. Grande parte da população dedicava-se às tarefas agrícolas e criação de gado, ou era proprietária de campos, embora as suas principais ocupações fossem o artesanato ou o comércio. Uma mostra da importância da agricultura e do gado na cidade é a preocupação do concelho com a sua regulamentação. (...)
Os vizinhos obtiveram das suas terras e gados a maioria dos produtos para a alimentação diária: o pão, a carne e o vinho. Campos de cereais, vinhedos e rebanhos de ovelhas seriam os componentes da paisagem exterior à muralha, além dos pomares na extremidade do rio. De todos os produtos, o vinho foi o produto que exigia maior protecção das autoridades, que estabeleciam normas ou estatutos para a regulamentação da sua colheita e venda.
Os agricultores e criadores de gado eram, também comerciantes, dado que estes se encarregavam de vender os produtos necessários para a mesa do cidadão. (...)
Os comerciantes também poderiam ser considerados artesãos, pois vendiam directamente os produtos a quem ia comprá-los a sua casa, onde estavam a manufacturá-los. Ofícios de natureza diversa espalhavam-se pela cidade: serralheiro, ferrador, torneiro... que trabalhavam o metal; curtidor, sapateiro... era um dos artesãos do couro; tintureiro, tecelão e alfaiate... trabalhavam nos têxteis (...).
Traduzido e adaptado de Cuadernos historia 16, nº 204.